Era uma vez uma senhora, que tinha como nome: Natércia.
Natércia, vivia na zona mais rica da Quinta da Marinha.
Um dia, ouve alguém bater na sua porta de entrada. Dirige-se a ela e abre a dita.
À sua frente, surge-lhe um homem com aspecto de maltrapilho, cheirando a miséria, tendo como única propriedade digna de registo, uma pala no olho:
Natércia - Que deseja?
Indigente - Senhora! Venho-lhe anunciar que a Graça de Deus, divinamente me presenteou a sua imagem como tudo o que há de bom, belo e verdadeiro no mundo. Que sois a imagem da alma de um homem que a ama e amará até ao fim dos tempos.
Natércia fechou a porta e, continuou na tarefa que estava a levar a cabo antes do evento. Passado algum tempo, tornou-se imortal.
Do Lado de Baco e de Saturno
"A comédia acontece, quando um homem se faz superior aquilo que é". - Poética - Aristóteles.
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Génese e problemas dos Fiéis do Amor
Vulgarmente, cita-se Aristóteles como
o primeiro Fiel do Amor conhecido na história, ou seja, como o
primeiro homem, que vive a verdade de Deus na imagem de uma mulher
real: - “A
mulher sabe, desde logo, que a sua imagem no espelho é ela própria,
porque, do ponto de vista feminino, a aparência é a própria
verdade de Deus. Procede em relação a essa imagem como um artista
procurando
compor a suprema forma da beleza. Não nós, homens, para quem Deus é
o Oculto. António
Telmo – Congeminações de um Pitagórico”.
O
próprio Dante, o mais conhecido Fiel do amor da história e que
baptizou esta expressão humana, considerava Aristóteles como: -
“O
Mestre dos que sabem”.
Novos
estudos secretos
do
M.I.T. e da Nasa que
de forma ilegal chegaram a nós,
provam afinal que tal está longe de ser verdadeiro, pois documentos
históricos irrefutáveis, colocam o nobre Rei Hattusil I como
antecessor, tendo por sua vez sido perenemente influenciado por
Enlil, outro Fiel do Amor, que hoje e, derivado a estes estudos
sabemos que não foi um Deus babilónico, mas sim um sapateiro de
Uruk, famoso pela feitura de botas alentejanas.
Para
além das botas, sabemos
ainda que Enlil obteve muitos conhecimentos
esotéricos
por parte de sua mulher, Zulmira, moça proveniente de Borba, que foi
obrigada a sair de sua terra por pertencer á ducentésima sexta
geração por parte da mãe do odioso UngaBunga. Este sim, o primeiro
Fiel do Amor conhecido na
história.
Os
estudos revelam-nos pouco de Ungabunga, apenas sabemos que esta
figura está presente num grande avanço civilizacional, mais
especificamente,
uma invenção que mais tarde desembocaria no uso do papel higiénico.
Por
muito repugnante que nos pareça hoje – e é -, em tempos idos, na
altura em que UgaBumga viveu, os
homens tinham o mau costume, de após
a evacuação limpar o ânus com os próprios dejectos.
De
alguma forma, esta situação parecia anormal a UngaBunga, após uma
longa e
aprimorada reflexão, tal como a de um candidato presidencial,
sabemos que dirigiu aos seus conterrâneos a sua frase mais célebre:
- Mas...??
vocês estão a limpar o cú com merda!?!?
Do
pouco que se sabe, temos informação que UngaBunga foi firmemente
repreendido por parte da sua tribo, acusado de não respeitar os bons
costumes e os deuses. Sabemos também que UngaBunga face à
adversidade não desistiu, encetou o primeiro processo de experiência
científica conhecida ao homem.
Em
demanda pela higiene, efectuou experiências com barbas
de milho sem sucesso, com urtigas que misteriosamente abandonou, e
embora tivesse sido muito feliz com a cannabis, acabou por optar pela
“pata de cavalo” tendo em consideração a rentabilidade.
Derivado
a isto, sabemos que UngaBunga foi abandonado, deserdado, excomungado
e finalmente expulso da sua tribo.
Tal como no seu início, hoje, embora o homem já não “limpe o cú com merda”, os
Fieis do Amor continuam excluídos por afirmarem que não se trata um
problema de violência com violência, de finanças com finanças, de
economia com economia ETC....
ESTA
É A NOSSA HISTÓRIA
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Ao princípio era o um! E do um, fez-se o dois! Do um e do dois, fez-se o três! Do um do dois e do três, fizeram-se os outros números todos!
O que é que aconteceria, se ao
princípio não fosse o 1?
Se olharmos para ele apenas pelo que
ele é e, se excluirmos todo o nosso conhecimento da existência dos
outros números como forma de o analisar em si mesmo, o 1 é um
mistério tão grande como a vida.
Sem retirar o bom senso, e dizemos
apenas o bom senso, pois nem sequer necessitamos de recorrer à
lógica para a análise que se segue, que diríamos nós se o 2
fosse colocado antes do um?
Vejamos a sequência normal:
- 1 – 2 – 3 – 4 - 5 – 6 -
Etc...
Coloquemos agora como hipótese, que
haveria alguém que trocaria o 1 pelo 2:
- 2 -1
O bom senso nos diz de forma radical,
que depois do 1 se encontrará o 2. Se colocarmos agora a sequência
em movimento começando pelo 2, teremos :
- 2 – 1 – 2 – 1 – 2
De facto, nesta situação, não temos
sequer a noção de movimento linear, apenas um movimento circular
que caso coloquemos uma relação entre movimento e pensamento, e
para um pensamento que incida sobre a matéria, teremos então um
movimento entrópico de desgaste.
É pois com enorme satisfação, que
apresentamos um estudo baseado nos últimos avanços científicos de
análise social, onde foram colocadas aos portugueses perguntas sobre
a presença do mistério na sua vida, com relação ao que não o é.
Inquérito
- No casamento, valoriza mais as
condições económicas ou o amor?
Resposta:
Amor - Todos
Condições económicas – 0
- O que é que valoriza mais: - A
Pátria ou as finanças do país?
Resposta:
Pátria – Todos
Finanças – 0
- Dá mais importância à economia ou
à educação?
Resposta
Educação – Todos
Economia - 0
Fica mais fascinado com o mistério do
espaço e tempo, ou com um Ferrari?
Resposta:
Mistério do espaço e tempo - Todos
Ferrari – 0
Prefere consumir ou coleccionar (tornar
algo perfeito)?
Resposta:
Coleccionar – Todos
Consumir – 0
Este inquérito é longo e tornar-se-ia
massudo o transporte na sua totalidade para este blog. Garantimos
porém, que não houve um único português que tivesse preterido a
presença do mistério na sua vida, em relação ao que não o é.
Olhando ao nosso redor, somos obrigados
a admitir que estamos confusos. Não sabemos qual das frases que
escolheremos para definir o real. Se a de Camões nos Lusíadas: -
“Eu canto o Peito ilustre lusitano”. - Ou a de Dante no
seu Convívio: - “Nos dias de hoje, os homens,
comportam-se como crianças”.
sábado, 10 de novembro de 2012
Uma tantalina Maldição
Para quem não tenha
sofrido essa penosa e pesarosa experiência a que se dá o nome de
exclusão, certamente não compreenderá o que se segue.
Dizem os psicólogos e o
povo que a solidão mata. Ficará aqui expressa
essa tortura que durante anos a fio poucos viveram. Sem sentirem ou
sofrerem essa lúgubre e soturna experiência de ausência de
pertença, viver numa ilha rodeada por lava, olhar para crianças
a brincar alegremente e pensar consigo próprio: - Mais uns
anitos, e odiar-me-ão.
Não compreenderá também
o leitor o superno peso do silêncio. Querer falar o que nos vai na
alma e não poder. Impedidos eternamente de dar opiniões em fóruns
televisivos. Ser entrevistados por jornalistas que se interessam por
aquilo que dizemos e, para alegre companhia... apenas Sartre.Retratámos pois, o que durante anos a fio e até hoje sofremos. E qual o motivo desta sórdida maldição? ADORAMOS TODOS OS PRIMEIROS MINISTROS QUE PORTUGAL JÁ TEVE!!!!!!!
Contam-nos que, quando
ainda crianças, éramos os primeiros a correr para a sala de forma a
ouvir as conversas em família do professor Marcelo Caetano, e...,
riamos..., riamos em júbilo como possuídos por Agápe, cada palavra
era como um raio de sol em noite tenebrosa, cada frase... como a
verbalização da divina Lúcifer. Meu Deus! Mas que irradiante era a
sua simpatia! Simpatia essa aliás, apanágio dos doutíssimos
professores de Direito.
Mas de todos, como não
poderia deixar de ser, essa goliárdica figura que foi Sebastião
José encontra aquele lugar de terno homizio em nosso coração.
Mas que homem! Ao ter
abençoado a nação com a argêntea e sublime mesclação do
liberalismo inglês, o absolutismo austríaco e com aquela pitada do
melhor que a Santa Inquisição possuía, arvorou em aurialegria a
mais bela, sincera e imperscrutável ideologia conhecida à santa
Pátria.
É pois com sincera e perene consternação, que lemos e ouvimos por parte desses pedantes de loquaz jaez a que se dá o nome de filósofos, canalha esta, de cogitação em fátua porcela, que procede apenas na vida, nessa ignominiosa demanda pela verdade, tantas palavras sob o signo do fel e da maledicência. Que Deus lhes perdoe!
Acabando com a educação
no País, colocando o pérfido grego a ruar, digno do grande
Alexandre, Sebastião José deixou fluir com cândida ternura o maior
acto de amor conhecido na nossa excelsa e longa história.
Diz o povo, que atrás de
um grande homem existe sempre uma grande mulher. Para Dante, existiu
Beatriz. Para o genial Camões, existiu Natércia. Para o Grandioso
Sebastião José, existiu Dª Hortense.
Poucos estudos sérios e
científicos foram efectuados sobre esta delicada e sapiente musa.
Sabe-se no entanto, que era uma senhora de lenhoso e superior
intelecto, pertencente a um circulo privado do santo Marquês, pois
seguindo os últimos métodos científicos de perscrutação
histórica, confirmou-se que era sua manicure.
Dotada de douta e acurada
Sophia, lidando com homem de divina inteligência, foi fácil esse
sonial matrimónio intelectual que inferiu na necessidade de trocar
o néscio energúmeno de Estagira, pelo sagaz e abençoado António
Genovesi. Pois contrariamente ao fútil e vanglorioso grego, António,
era uma alma doce, caridosa e, um bom filho que dava muita atenção
à sua mãe.
Afirmamos aqui e agora,
que só um homem de everestina estatura, teria a titanica ideia de
substituir a perversa educação, pela heróica instrução e por
insignes valores tão altos como os acima referidos.
Recordamos também, que
devido à nossa sincera simpatia e amizade pelos Primeiros Ministros
portugueses, só à poucos anos conseguimos ultrapassar um trauma
juvenil. Trauma este, despoletado pelo chumbo parlamentar ao governo
de Nóbrega da Costa. Que Pena! Eles eram tão simpáticos.
Durante anos e anos, em
estado de agónica sobrevivência, indagámos-nos vezes sem conta do
porquê desta doce e suave paixão mas que tanto nos atormentava
socialmente.
Foi então que à uns
anos atrás, quando os nossos amigos americanos decidiram fazer um
pacote de grandiosos filmes sobre o período clássico – Helena de
Troia, Troia, Os 300, Etc.. -, que num momento de plena epifania
obtivemos a resposta.
Numa semi-onírica cena
de um destes filmes, apareceu-nos a ilustre e virtuosa figura de
Agamémnon, sentado em cima de seu peliniveo cavalo, com seu
saliente, magnífico e majestático porte, vestido com uma túnica de
um nobre azulão - cor esta aliás, muito apreciada no segundo milénio antes de
Cristo -, olhando imperialmente para extensão do areal onde formigavam
os milhares de homens de seu exército.
Foi aí! Nesse momento!
Como num segundo e acelerado filme, em indescritível afã
intelectual, que colámos todas as figuras dos nossos excelsos Primeiros
Ministros, àquela imagem do fantástico Agamémnon.
Um a um, vimos-los e ouvimos-los a falar com os marciais generais que os circundavam, interrogando:
Um a um, vimos-los e ouvimos-los a falar com os marciais generais que os circundavam, interrogando:
Ó... ó moçada...
i... isto sou eu... ou... ou aquele cavalo é demasiado grande????????????
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Espírito? Um, dois e três! Agora somos orientais!
Isto assim assim não
pode continuar! Um homem tem as suas necessidades espirituais,
caramba!
Retirando a “bruxa da tusa”, e como dizem os brasileiros, andamos todos no mato sem cachorro.
Retirando a “bruxa da tusa”, e como dizem os brasileiros, andamos todos no mato sem cachorro.
Uma coisa é certa! O que
é nosso... não nos serve! Não venham pois com as histórias de
Camões, Pessoa, Vieira, L. Coimbra, Pascoaes, A. da Silva, Etc...,
simplesmente não colhe. Tudo gente
impérvia, que escreve de maneira
esquisita e misteriosa, isto para além desse facto de esquálido
despudor, de nenhum deles ter sido iniciado nos mistérios dos 2200
TDI. Muita lógica, política e realidade. Mas no que diz respeito a
lógicas, políticas e realidades... nem vê-las!
O Cristianismo e o
Europeísmo também não, e nem nos alongamos com estes! Pai, filho e Espírito Santo ou 3%, já era! Tudo o que tenha três, está
excluído.
Maçonaria? Nem por
sombras! Não nos podemos esquecer do dia em que lhes batemos à
porta, e da displicente e taciturna nomenclatura que usaram para nos
dizerem que não queriam dominar o mundo.
Isto, para além da
arminha e semi-recôndita maneira como nos tentaram fazer
compreender, que iria ser um tanto difícil apelidar quem escreve de,
“Sua Magestade Druídica”. Sinistro! Não é?
Desde à três semanas,
que nos colocámos à margem de todo este deserto espiritual. Após
uma estadia de duas horas nos amenos e luxuriantes jardins da
Gulbenkian, ficámos convencidos e doutrinados. O YOGA, fará parte
de nós, nesta parca mas fulgurante viagem a que chamamos vida!
Confessamos porém, que
de início, por motivos que ainda hoje nos ultrapassam, achámos o
YOGA um pouco duro. Especialmente, quando sentimos e ouvimos todos os
músculos e ossos do nosso corpo em uníssono, cantarem essas duas
canções tão distintas que são, o “Rockaway Beach” e o
“Rock & Roll High School” dos Ramones. Mas,
heroicamente, sem nos deixarmos derrubar pela adversidade,
rapidamente colocámos a função física do YOGA de lado, optando na
mais pura e profunda liberdade, apenas pela sua função ultra
espiritual.
Desde então, por
períodos de dez horas diárias, temos-nos dirigido para o Cabo da
Roca. Onde em imaterial convalescença e purificação, temos
permanecido em silêncio e imóveis, nessa plena e onírica
verbalização com o divino. Sem nos esquecer-mos no entanto, de
amarrar uma forte corda à volta da nossa perna e a um calhau, pois
contrariamente a Francisco de Sales e João da Cruz, não somos gente
para ser apanhada desprevenida.
É verdade que a santa
iluminação ainda não chegou.
Levaremos hoje pela
primeira vez, umas boas e revigorantes bostas de vaca para nos
colocar-mos em cima delas. Tendo também já acertado contas com Dª
Emília, personagem que a partir de hoje, nos regará duas vezes por
dia.
É AGORA!!!!
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Poder político em Portugal
| Zeca |
Quando a pequenada ficava para almoçar
em casa deste rapaz e, nesse mesmo almoço a canja servia de entrada
à refeição, a mãe, mulher seguidora dos mitos e crenças de sua
época, com prosélito empenho no seu papel sagrado como esposa, mal
colocava a terrina em cima da mesa proferia a seguinte frase: - Vá
meninos! Os miúdos são para o Carlos.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Contrata-se
E se os portugueses em lugar de eleger os seus líderes, os contratassem? Bolas!!!! O único que nos vem à cabeça já está morto. O "Crazy Horse" foi um dos líderes mais corajosos que humanidade já conheceu. Cobardia, era uma palavra que ele desconhecia. Foi um dos maiores combatentes pela liberdade. Para além disto, os agricultores portugueses iriam adorá-lo, pois nunca haveria falta de chuva. Bolas!!!!!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)









